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terça-feira, 21 de maio de 2013

Servir a Deus, de coração


Quem se dispõe a servi-Lo jamais poderá pensar em si mesmo,ou no seu futuro, mas em Cristo






Uma vida dedicada ao Senhor Jesus não significa uma vida de completa facilidade. Existem os desafios, as provas e as próprias batalhas, as quais têm de ser não somente enfrentadas, mas também vencidas.
Servir a Deus de todo o coração significa renunciar totalmente a sua própria vida. Servi-lo significa sacrificar suas paixões, seus desejos e o amor pelas coisas passageiras deste mundo. Dedicar-se ao Senhor por completo significa ter uma vida de lutas constantes, dissabores, incompreensões, decepções e lágrimas por aqueles que nem ao menos conhece. Se o homem comum passa por momentos difíceis, imagine aqueles que O servem de coração. Estes enfrentarão batalhas e viverão um estado de guerra constante com satanás e todo o seu reino.
O melhor exemplo disso foi o próprio Senhor Jesus, que, mesmo sendo filho de Deus, foi tentado muitas vezes, mas em todas as etapas venceu, pois orava continuamente ao Pai:
Uma vida dedicada ao Senhor Jesus não significa uma vida de completa facilidade. Existem os desafios, as provas e as próprias batalhas, as quais têm de ser não somente enfrentadas, mas também vencidas.
Servir a Deus de todo o coração significa renunciar totalmente a sua própria vida. Servi-lo significa sacrificar suas paixões, seus desejos e o amor pelas coisas passageiras deste mundo. Dedicar-se ao Senhor por completo significa ter uma vida de lutas constantes, dissabores, incompreensões, decepções e lágrimas por aqueles que nem ao menos conhece. Se o homem comum passa por momentos difíceis, imagine aqueles que O servem de coração. Estes enfrentarão batalhas e viverão um estado de guerra constante com satanás e todo o seu reino.
O melhor exemplo disso foi o próprio Senhor Jesus, que, mesmo sendo filho de Deus, foi tentado muitas vezes, mas em todas as etapas venceu, pois orava continuamente ao Pai:
"Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar..." (Hebreus 5.7).
E se o filho de Deus precisava viver em constante consagração, imagine aquelas pessoas que O servem? Elas devem viver a todo instante buscando a ajuda do Senhor para vencer os seus momentos de lutas.
Quem se dispõe a servi-Lo de o todo coração, jamais poderá pensar em si mesmo, no seu futuro, mas em Cristo, como Ele mesmo declarou:
Uma vida dedicada ao Senhor Jesus não significa uma vida de completa facilidade. Existem os desafios, as provas e as próprias batalhas, as quais têm de ser não somente enfrentadas, mas também vencidas.
Servir a Deus de todo o coração significa renunciar totalmente a sua própria vida. Servi-lo significa sacrificar suas paixões, seus desejos e o amor pelas coisas passageiras deste mundo. Dedicar-se ao Senhor por completo significa ter uma vida de lutas constantes, dissabores, incompreensões, decepções e lágrimas por aqueles que nem ao menos conhece. Se o homem comum passa por momentos difíceis, imagine aqueles que O servem de coração. Estes enfrentarão batalhas e viverão um estado de guerra constante com satanás e todo o seu reino.
O melhor exemplo disso foi o próprio Senhor Jesus, que, mesmo sendo filho de Deus, foi tentado muitas vezes, mas em todas as etapas venceu, pois orava continuamente ao Pai:
" (Hebreus 5.7).
E se o filho de Deus precisava viver em constante consagração, imagine aquelas pessoas que O servem? Elas devem viver a todo instante buscando a ajuda do Senhor para vencer os seus momentos de lutas.
Quem se dispõe a servi-Lo de o todo coração, jamais poderá pensar em si mesmo, no seu futuro, mas em Cristo, como Ele mesmo declara: ''Buscai em primeiro lugar o Seu reino e a Sua justiça, e estas demais coisas vos serão acrescentadas'' (Mateus 6.33).



É como um soldado que vai para guerra. Lá, na frente da luta, tem obrigação de se manter vigilante o tempo inteiro, pois, do contrário, a sua vida e a de seus companheiros estarão em risco. Não há férias, folga ou lazer, porque o inimigo também não tem e está pronto a atacar a qualquer instante.
No período de guerra, o país conta com o seu soldado e espera que ele lute com todas as suas forças para que a vitória seja alcançada. Da mesma forma é a vida cristã. Aquele que deu a Sua vida pelo pecador, que sofreu para que ele pudesse ter a vida eterna, que o salvou e o convocou e, agora, precisa dele para alcançar outras pessoas que ainda se encontram vivendo segundo as paixões do mundo.
Viver uma vida cristã de todo o coração é se colocar na presença de Deus para que a Sua vontade possa ser realizada, através Dele, neste mundo.
Desta forma, não basta ser um frequentador de igrejas ou mesmo um cristão apenas de palavras ou de atitudes, mas de dedicação constante, conforme o que está registrado em Sua Palavra:
"Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste" (Mateus 5.48).



Como nasceu a Universal?



Fé, revolta e sacrifício são a essência da vida com Deus. Fé lembra o profeta Habacuque e sua época, em que Jerusalém estava cercada por Nabucodonosor e a destruição era eminente. Seu livro tem apenas três capítulos e começa com uma pergunta: Por quê?
E quem de nós, pelo menos uma vez na vida, também não perguntou "por quê?". Por que uma criança nasce com defeito? Por que um raio cai do céu e destrói a casa de um pobre? Por que uma bala perdida numa comunidade carente mata uma criança inocente? Por quê?

E Habacuque nas suas reflexões, no profundo do seu coração, cunhou uma sentença bela e estupenda que só podia vir de Deus: “O meu justo viverá pela sua fé”. Mas não se podia dizer.
Em um mundo injusto com tantas desigualdades, só a fé é capaz de garantir a vida. Sem ela somos atormentados por dúvidas e temores hesitantes,  um sal sem sabor, uma nuvem sem água vagando pelos céus, uma onda do mar levada pelos ventos, um morto vivo.
Naturalmente a fé causa uma revolta contra isso tudo e constrói com sacrifício a vitória derradeira. Esse caminho estreito e apertado foi o que Deus traçou para o surgimento da Igreja Universal.
O bispo Macedo, quando jovem, frequentou uma igreja evangélica na Zona Sul, por cerca de dez anos. Seu desejo era pregar, mas  os líderes não viam nele qualquer virtude ou talento, qualquer expressão que chamasse a atenção. Nem sequer teve a oportunidade de servir como obreiro. Dez anos não são dez dias. Outro teria desistido. Outro teria desanimado. Não ele. E a razão era a fé.
Movido pelo desejo de servir a Deus, ele e dois amigos foram para uma igreja no subúrbio. Eu era apenas um menino nessa ocasião, mas recordo que lá também o pastor fez a mesma avaliação. Passado algum tempo, consagrou os outros, mas não o bispo. Mais uma vez ele era colocado de lado, excluído, diminuído, enfrentava o preconceito, o desalento e a frustração. Outro teria desanimado. Outro teria desistido.
Um dia estava almoçando na casa da minha vó, quando ele entrou. E me permita aqui quebrar de leve o protocolo para fazer uma pequena lembrança, uma honrosa menção àquela senhora extraordinária. Um inesquecível exemplo de renúncia, dedicação e amor.
O bispo vinha avisar que deixaria o emprego para pregar o evangelho. Ele já era casado, tinha uma filha e a esposa estava grávida da segunda. Um gesto de  fé extrema para quem era desacreditado por todos. Para uma família humilde como a nossa, um emprego público como o dele  representava a garantia de uma vida livre do desemprego.
Ela apenas ponderou: “Não deixe de pagar o instituto, para garantir a aposentadoria quando envelhecer”.
Quando assisto essa orgia histérica dos insultos mais torpes, esse ódio neurótico, essa perseguição implacável, esse dilúvio de injurias, infâmias e calúnias contra o bispo e a igreja, que as pessoas são capazes de publicar com a mais equivocada convicção, o maior dos enganos, a tese transloucada de que ele engendrou uma fórmula para explorar os pobres, lamento com profunda amargura. Certamente não conhecem a Igreja Universal, quem somos e de onde viemos.
Pode ser que em alguma de nossas igrejas, seja no Brasil, na África, na Europa, na Ásia ou em qualquer parte do mundo, alguém, algum dia, tenha colocado sobre o altar um sacrifício tão grande quanto o dele, maior não. Ele ofereceu tudo que tinha, o próprio emprego sem qualquer garantia, sem qualquer esperança, senão por fé.
Passado um mês,  nasce sua segunda filha e fui pela manhã visitá-la no hospital do IASERJ. Ela havia nascido com lábio leporino e bebês assim são magrinhos, com olheiras, rosto deformado, uma ferida aberta na boca, sem uma parte dos lábios e com uma fenda no céu da boca, o que torna impossível  a amamentação, pois não conseguem fazer sucção, engasgam e padecem muito. Foram dias, meses, anos de um sofrimento atroz.
No caminho de volta, da praça da Cruz Vermelha até o Largo da Glória, caminhando ao longo da rua do Riachuelo, cada passo era uma lágrima. Como Habacuque eu perguntava: por quê? Por que um homem pobre, mas dizimista fiel, no momento supremo da sua existência, quando resolve deixar seu emprego, seu sustento, seu ganha pão, para pregar a Palavra, recebe como prêmio um castigo e dos piores, pois eu não sei se há dor maior do que um pai ir ao berçário de um hospital, apenas para ver, para constatar, que sua filha é a única enferma, a única ferida, frágil, sofrendo e chorando, enquanto as dos outros são tão bonitas.
E como sempre, nos momentos graves, minha família se reuniu na casa da minha vó. À tarde ele chega. Estava, naturalmente, muito triste, mas disse duas coisas que guardei. A primeira: “Eu vou gostar mais dela do que da outra”.
A outra, a quem se referia, era sua primeira filha, uma criança muito formosa. Não creio ser possível gostar mais de um filho que do outro, mas havia um significado mais profundo naquela expressão. Era muito mais que um pai tentando compensar, proteger ou extravasar sua dor.
Mais tarde, verifiquei que a essência daquelas palavras se refletiria no surgimento e na atuação da Igreja Universal, que é decididamente vocacionada a gostar mais daquele que sofre, do aflito e do necessitado.
E logo se começa a buscar as almas perdidas nas encruzilhadas, nas favelas, nos terreiros, nos manicômios, nas catacumbas dos vícios, na miséria  das drogas, na falência dos lares destruídos. Salões, galpões,  cinemas começam a encher com enfermos, pobres, desempregados, aflitos, endemoninhados em busca de alívio e libertação. O povo que andava em trevas viu uma grande luz.
A segunda coisa que  disse  foi:  “Eu não vou ficar com raiva de Deus. Vou ficar com raiva do diabo. Agora mesmo é que eu vou invadir o inferno para resgatar as almas perdidas”.
Ali já não era mais um rapaz qualquer, obscuro e anônimo. Ali nascia um líder.Nascia também um povo capaz de enfrentar os maiores desafios, as perseguições mais duras e virulentas.  Um povo de fibra  e força, que não recua, que não se agacha, que não foge da luta e nem teme o sacrifício.  Um povo com o olhar cravado nas promessas de Deus, para rasgar nos horizontes a perspectiva iluminada do seu destino. Um povo determinado, forjado, selado pela fé em Deus. E isso porque no momento mais difícil, mais cruel, mais duro, um justo viveu pela sua fé!
A Igreja Universal não surgiu com a deliberação de uma assembleia de homens ilustres, ou de um conselho diretor ou de uma fundação de notáveis. Nem tão pouco foi subsidiada, patrocinada, bancada por recursos do governo ou de um milionário caridoso. Essa igreja é a resposta simples, direta e fiel de um Deus que honra a fé, a revolta e o sacrifício.
A frase, “Eu não vou ficar com raiva de Deus. Eu vou ficar com raiva do diabo”, marca a revolta da fé. Se ficasse com raiva de Deus seria a rebelião, e o resultado seria um oceano de fracasso, um Himalaia de frustração. Os rebeldes culpam a Deus pelos infortúnios da vida. A rebeldia tem formas distintas e sutis de se manifestar. Alguns rebeldes afrontam os mandamentos desafiando a Deus com seus pecados e crimes. Outros manifestam uma indiferença fria e distante com as coisas de Deus, fazendo da própria vida um imenso desperdício de tempo e uma triste história de mediocridade. Há também os fariseus que são os rebeldes de igreja que conhecem a palavra, mas não a pratica.
Abraão foi revoltado quando vagava no deserto esperando a promessa, que demorava chegar. No entanto, nunca  se rebelou. Moisés se revoltou com a escravidão do seu povo, como Josué se revoltou quando na terra prometida encontrou muralhas e gigantes, mas não foram rebeldes. Davi se revoltou contra as afrontas do Golias. Jó, o mais revoltado de todos, que  no ápice do seu sofrimento amaldiçoou o dia em que nasceu, jamais se rebelou. Ele continua  a ser, através dos tempos, o mais veemente exemplo do que um homem é capaz de suportar e vencer quando é movido por sua fé.  E foi no seu sacrifício que Deus lhe restituiu sete vezes mais.
A vida do justo não é a vida do convento, do mosteiro no alto do monte ou da santidade absoluta. É a vida da fé, das lutas do dia-a-dia na planície da vida. Com suas virtudes e defeitos, injustiçado e perseguido, como ovelha entre lobos, que às vezes chora, mas sabe que será consolado, que tem sede e fome de justiça e crê que será saciado. Gente simples e humilde com todas as veras da sua alma. Que põe a mão no arado e não olha para trás, custe o que custar, doe o que doer.  Que não se apequena,  que não se acovarda. Filhos da fé, da revolta e do sacrifício.

Tempo de Revolta
Marcello Crivella
Esteja certo. Deus vê/ o que você tem passado/ perseguido, injustiçado/ um sufoco desgraçado/  Deus vê/ o seu rosto amargurado/ tantos planos fracassados/ tantas noites acordado. Mas o que Deus precisa ver/ é a revolta em seu olhar/ é a vontade de lutar/ e ser abençoado.  A fé vem pelo ouvir/ mas o agir pela revolta. Sem luta não há vitória/ sem obras a fé é morta. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé/ construir os nossos sonhos/ ou Deus é ou não é. É tempo de se revoltar/ é tempo de agir a fé. É tempo de Deus ver/ que covarde você não é.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Advogado Fiel - Bruna Karla (com letra)


Advogado Fiel

Bruna Karla



Composição: Anderson Freire 

Não vou me preocupar com as perseguições
Com as pedras que me lançam, Jesus está por perto
Eu posso confiar, eu posso descansar, Jesus está por perto
Pra falar atire a primeira pedra
Aquele que não tem pecado, aquele que não erra
Pra me defender diante do inimigo
Tomar minha dor, pra chorar comigo
Pra me sustentar debaixo de Tua destra
Isso é fato consumado, os meus casos impossíveis
Serão sempre encerrados pelo meu advogado
Meu advogado é o meu Senhor
Ele me defende do acusador
Minha causa entreguei em Suas mãos
Posso descansar o meu coração
Minha audiência ele já marcou
E garantiu de novo que eu serei o vencedor
Meu advogado mora lá no céu
Verdadeiro justo, pra sempre fiel
Pra falar atire a primeira pedra
Aquele que não tem pecado, aquele que não erra
Pra me defender diante do inimigo
Tomar minha dor, pra chorar comigo
Pra me sustentar debaixo de Tua destra
Isso é fato consumado, os meus casos impossíveis
Serão sempre encerrados pelo meu advogado
Meu advogado é o meu Senhor
Ele me defende do acusador
Minha causa entreguei em Suas mãos
Posso descansar o meu coração
Minha audiência ele já marcou
E garantiu de novo que eu serei o vencedor
Meu advogado mora lá no céu
Verdadeiro justo, pra sempre fiel
Advogado fiel, advogado fiel
O meu Jesus é pra mim
Advogado Fiel
Advogado fiel, advogado fiel
O meu Jesus é pra mim

O NOVO NASCIMENTO


Jesus disse para Nicodemos que quem não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus, mas como alguém pode ver o Reino de Deus se Deus é Espírito? Como que  o Reino de Deus pode ser visto, se Jesus disse que o Reino de Deus não vem com visível aparência? Ele está dentro de nos.
Como que o Reino de Deus pode ser visto, logo todas as pessoas que fazem parte do Reino de Deus é Espírito, agora é Espírito, porque nasceram de novo. As pessoas que não nasceram de novo são pessoas normais, elas trazem consigo ainda a natureza de Adão, a natureza pecaminosa, pode ser que essa pessoa freqüente a igreja ,seja boníssima, correta, justa mais não se entregou.
Não se entregou porque está presa a alguma coisa ou a alguém, ou a um bem material ou a um ente querido. Pra pessoas nascer de Deus ela tem que abrir mão de tudo, para que ela possa se entregar a Deus, ou seja, é como se o senhor dela fosse aquilo ou aquele ente querido, por isso ela não consegue se entregar.
Essa pessoa que não nasceu de novo tem até comportamento, talvez até parece ser santa, na frente de alguém que ela conhece ela é uma pessoa, mais quando esta perto de pessoas que não a conhece, ela mostra quem realmente é, porque ela não nasceu de novo, ela tem dificuldade de perdoar ela  é apegada as coisas, ela condena, julga não se domina.
A que nasceu do Espírito Santo tem outro comportamento, ela pode passar pelo que for pelas lutas, perseguições, injustiça mais permanece se mantém firme, no comportamento dela no trabalho, em casa, e nos dia dias da vida dela o Reino de Deus é visto, ou seja na vida daqueles que são nascidos de Deus é que é visto o Reino de Deus.
A sua conduta e seu procedimento é totalmente diferente daquela pessoa que até crê no Senhor Jesus mais não se entregou.


                               Bispo Romualdo Panceiro                                       

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CHAMADA IURD NO MUNDO

Veja o trabalho da UNIVERSAL  no mundo inteiro:




ÁFRICA 
ARGENTINA
COLÔMBIA
PORTUGAL
ESPANHA
ROMÊNIA
JAPÃO
ESLOVÊNIA
BRASIL

Entre outros...

acesse e veja os Endereços da Universal e procure uma Universal mais perto de você!
http://www.arcauniversal.com/servicos/enderecos.html

Endereços

As reuniões são ás 7h, 10h, 12h, 15h e 19h30.

domingo, 5 de maio de 2013

O 2° Simpósio do Espírito Santo com o Bispo Edir Macedo - 27/04/13

Pra você que perdeu o 2° Simpósio do Espírito Santo com o Bispo Macedo ao vivo na IURD TV, assista agora:



  Foto: Demétrio Koch






''Porque Deus opera em vós tanto o querer, como o realizar, segundo a Sua boa vontade.''  (Filipenses 2.13)